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Cirugia Ortognática

“Aquilo que é funcional também é Belo”. Em, talvez, nenhuma outra área da saúde como a Ortodontia, esta frase é tão verdadeira, e a Cirurgia Ortognática é a expressão máxima disto. A cirurgia é, na verdade, uma etapa de um tratamento combinado orto-cirúrgico, préviamente estudado e planejado entre o ortodontista, o cirurgião buco-maxilofacial, o paciente e outros profissinais envolvidos. A terapia busca o equilíbrio funcional, e, por conseguinte, estético, das estruturas dentárias, musculares e esqueléticas da face, atingindo as correções de deformidades que a Ortodontia e Ortopedia Facial sozinha não é capaz de prover com segurança.
O tratamento hoje segue dois linhas distintas, dependendo da possibilidade de cada caso. Tradicionalmente o paciente passa por uma fase ortodôntica prévia, que vai eliminar as compensações dentárias e preparar os arcos para o movimento cirúrgico previsto e, após a cirurgia, por uma segunda fase ortodôntica que busca equilibrar a oclusão dentária no aspecto funcional e no detalhamento estético.
Algumas vezes, a cirurgia pode vir logo no início do tratamento. É a chamada Cirurgia do Benefício Antecipado. Aqui, o paciente não precisa aguardar pela fase de descompensação e o tempo total de tratamento, muitas vezes, é reduzido. Porém é uma alternativa de indicações limitadas e não são todos os casos que possibilitam essa abordagem. Somente um estudo detalhado pode definir a indicação Atualmente a Agência Nacional de Saúde Suplementar define a Cirurgia Ortognática como um procedimento de carácter funcional. O procedimento é de cobertura básica de todos os planos de saúde médicos (e não odontológicos ou dentais) com cobertura a internações hospitalares. Assim, a operadora deve arcar com os custos da etapa cirúrgica. Veja abaixo a legislação vigente.

Por quê?

A pergunta - porque fazer cirurgia ortognática? - é melhor respondida pelo portador de uma deformidade facial. Somente aquele que convive com a deformidade é capaz de dimensionar o grau de limitação funcional e estética em seu dia a dia. O tratamento combinado orto-cirúrgico abrange hoje o prognatismo e retrognatismo mandibular, as deformidades da maxila, incluindo estreitamento severo e fendas lábio-palatais, assimetrias, sorriso gengival exacerbado, entre outras condições.
Além disso, o procedimento, dependendo da avaliação do caso, está indicado no tratamento do Respirador Bucal e de Síndrome das Apnéias e Hipopnéias Obstrutivas do Sono, condição também conhecida como “Ronco e Apnéia”. Nestes casos, quando o fator etiológico é a deformidade esquelética, a Ortodontia combinada a Cirurgia Ortognática tem produzido excelentes resultados, liberando as vias aéreas e, muitas vezes, revertendo quadros graves, que somente poderiam ser tratados com uso de CPAP.
Com boas indicações, mas muito difundido hoje, o uso de aparelhos intrabucais para tratamento do Ronco e Apnéia apresenta resultados mais limitados e importantes efeitos colaterais, como alteração na posição dos dentes e disfunção da articulação têmporomandibular, podendo levar a dores faciais. Desta forma, a Cirurgia Ortognática é um tratamento mais definitivo para a condição.

Por quê não?

A Cirurgia Ortognática, hoje, é considerada um tratamento de alta complexidade, porém de baixo risco. É, normalmente, um procedimento eletivo, realizado após um detalhado planejamento, e sob condições favoráveis. A recuperação é muito mais tranquila do que costumava ser no passado. Há menos desconforto e o tempo de imobilização é significativamente menor. Com isso muitos dos temores que foram verdadeiros no passado e que nos são passados, até mesmo por alguns cirurgiões-dentistas, não correspondem a realidade hoje.

Legislação

A cobertura dos planos de saúde (convênios médicos) para Cirurgia Ortognática é, hoje, inquestionável. A agência nacional de saúde reconhece estes procedimentos como de natureza funcional e reparadora e os conselhos federais de medicina e de odontologia reconhecem a competência do cirurgião dentista para o seu desempenho, salvo em casos de neoplasias, cirurgia exclusivamente estética, e determinados acessos. Seguem abaixo os links que dão este embasamento.

Resolução Normativa 167/2008 da ANS que estabelece os procedimentos de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial como cobertura básica dos planos hospitalares (convênio médico), com competência do cirurgião-dentista para solicitação de internações e solicitação de exames complementares.
http://itpack31.itarget.com.br/uploads/cbm/arquivos/ANS_RN167.pdf

Correlação da RN82 e RN167 publicada pela ANS que define a Cirurgia Ortognática como funcional e reparadora, e não simplesmente estética. Ver pag. 262.
http://www.ans.gov.br/portal/upload/roldeprocedimentos/Consulta_RN82_X_Rn167.pdf

Sumula normativa da ANS 11/2007 estabelecendo a cobertura de exames e internações, solicitados por ciurgião-dentista, através de planos de saúde.
http://www.ans.gov.br/texto_lei.php?id=1213

Publicação do Conselho Federal de Odontologia
http://cfo.org.br/todas-as-noticias/noticias/ans-cirurgioes-dentistas-tem-autonomia-parasolicitar-exames-complementares/

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